BRANDED CONTENTO mercado de pagamentos entra em 2026 com uma mudança clara de mentalidade: pagar deixou de ser apenas uma etapa operacional para se tornar um vetor direto de conversão, retenção e confiança. O varejo sentiu isso ao longo de 2025. Mesmo com crescimento moderado, o consumidor mostrou menos tolerância a fricções, abandonando rapidamente jornadas confusas, lentas ou pouco transparentes. Neste contexto em que eficiência e governança caminham juntas, não basta oferecer muitos meios de pagamento. O mais importante é saber orquestrá-los de forma inteligente, conciliá-los de forma automatizada e contar com recursos que otimizem o processo de pagamentos, como: retentativas bem desenhadas, antifraude integrado e visão unificada do cliente. Isso porque em um cenário de margens mais pressionadas, cada falha no checkout representa não apenas a perda de vendas, mas também desgaste da marca. Outro cenário que vimos se consolidar em 2025, foi o Pix como protagonista de toda essa transformação. Sua participação no varejo mostrou que rapidez e confiança não apenas podem coexistir, como se tornaram uma demanda do consumidor. Diante disso, as evoluções do portfólio do meio de pagamento, como o Pix Automático, reforça essa presença para além do pagamento pontual, abrindo espaço também para modalidades, como assinaturas e serviços recorrentes, que passam a contar com menos atrito e maior previsibilidade. Para 2026, devemos observar, ainda, o uso mais maduro dos dados e da inteligência artificial. Além de recursos como autenticação adaptativa, tokenização e experiências personalizadas, que deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos para que qualquer empresa possa competir no mercado. Isso porque o consumidor espera que o sistema “entenda” seu comportamento e facilite sua decisão, sem comprometer a segurança e, claro, a fluidez da jornada. O que fica de mensagem para empresas de todos os portes, é a necessidade de transformar processos de pagamento em estratégia de crescimento. E arrisco dizer que, quem enxergar esse elo entre experiência, tecnologia e receita recorrente estará mais preparado para um mercado em que pagar bem é tão importante quanto vender bem. Pagamentos em 2026: quando eficiência vira estratégia de crescimento por Monisi Costa, Diretora Executiva de Payments & Banking da Vindi Saiba mais: www.vindi.com.br
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